2 de setembro de 2014

Navaratri com Shri Mataji


1. Dia : Pratipada: Shri Ganesha é homenageado e é observado como dia de silêncio (playlist
2. Dia: Dvitiya: O Devi Suktam é recitado e a Deusa Mahakali é venerada (playlist) (Vimeo)
3. Dia: Tritiya: Recitação do Kavach da Devi - primeira parte. (playlist) (Vimeo)
4. Dia: Chaturthi: Recitação do Kavach da Devi - segunda parte (playlist) (Vimeo)
5. Dia: Panchami: Recitação dos Hinos de Argala, expressando o amor a Shri Jagadamba. Nesse dia oramos para o completo equilíbrio e a estabilização de nossa Realização do Si. (playlist) (Vimeo)
6. Dia: Shasthi: Nós veneramos a Shakti (playlist) (Vimeo)
7. Dia: Saptami: Versos do Durga Saptashati são lidos (playlist) (Vimeo)
8. Dia: Ashtami: Veneração de Shri Mahalakshmi (playlist) (Vimeo)
9. Dia: Navami: O asura é morto nesse dia (playlist) (Vimeo)
10. Dia: Vijaya Dashmi (Shri Ram Dussera): Hoje é o dia da Vitória. Celebramos também o Festival Dassera, quando Shri Rama destruiu o demônio Ravana. (playlist) (Vimeo)

29 de junho de 2014

Puja do Guru com Shri Mataji

O próprio Guru


Trecho do Discurso do Puja do Guru, em Cabella, Itália, em 28 de julho de 1991.


Rigor:
"...O princí­pio do Guru é extremamente rigoroso, e o rigor fez com que muitas pessoas não pudessem se adaptar aos ideais de um discí­pulo. Naqueles dias, o Guru tinha que ser, sem dúvida, a autoridade, e era o guru quem decidia quais discí­pulos ele teria. E a pessoa tinha que fazer uma grande tapasya, grandes penitências, até mesmo para tornar-se um discí­pulo. E essa provação era a única forma que o Guru usava para julgar.

Os Gurus sempre viviam nas florestas e eles selecionavam seus discí­pulos, que eram muito poucos, muito, muito poucos, e eles tinham que ir mendigar comida nas vilas vizinhas, e cozinhar para o guru deles com suas próprias mãos, e alimentar o guru. Esse tipo de coisas de guru não existem na Sahaja Yoga. Basicamente, nós temos que entender que a diferença entre aqueles estilos de agir do guru e o que temos hoje é este: era dada a muito poucos indiví­duos, a chance de se tornarem o guru, a muito poucos. E esses poucos também eram selecionados dentre muitas pessoas e eles sentiam que eram realmente especiais por terem sido selecionados, escolhidos, e seja o que for que eles tivessem que passar, seria tudo bem-vindo.

A Chave

“A Sahaja Yoga se prova por si mesma. Ela não precisa da sua ajuda. Se há Verdade, então vocês melhoram (a si mesmos) por aceitar a Verdade. Sua posição se eleva, não a posição da Verdade.”

Shri Mataji Nirmala Devi no discurso realizado no Seminário da Sahaja Yoga em Bordi Shibir, Maharashtra, Índia (27 de janeiro de 1980)

Soundcloud

Nota de Sahaja Yogi: Anavopaya seria mais um movimento de negação ou discriminação de fora para dentro e Shaktopaya seria um movimento completamente afirmativo e integrador de dentro para fora, onde Nirodha opera internamente, espontaneamente.


“A Sahaja Yoga não é para Mim, absolutamente, Eu não tenho de praticá-la. Vocês é que devem praticá-la e ganharem conhecimento do que é o seu Si. A única coisa que posso fazer é Shaktipath. Mas realmente nem isso Eu faço, lhes digo. Eu nada faço, estou apenas parada quieta. É simplesmente gerenciado , o que posso fazer? É a Minha natureza. Simplesmente flue. Funciona dessa maneira” (…)

26 de maio de 2014

Pena, condenação e compaixão


Trechos do discurso realizado no Puja da Devi, Dourdan, França em 18 de maio de 1986.
"Não deve haver pena, mas sim compaixão, e isso irá tirar vocês da ideia insensata de terem pena de si mesmos e dos outros e de sentirem-se o tempo todo tristes por nada; porque se vocês pedem por piedade assim, então vocês serão dignos de pena também. Quero dizer, vocês estarão numa condição digna de pena também. Mas se vocês têm compaixão, então não rebaixam essa pessoa, não a fazem sentir-se inferior, mas vocês a encorajam e ela sente força. Como um dedo ferido em vocês, vocês apenas tentam suavizá-lo e serem compassivos em relação a ele, não tentam degradá-lo com: ‘Você não é bom’, porque ele é parte integrante de seu ser.

Assim, a compaixão fica entre a condenação e a pena. Na compaixão vocês têm de condenar tudo que seja errado, os bhoots, a feiúra (espiritual), tudo que seja errado. Assim, vejam, vocês fazem essa pessoa enxergar que 
absolutamente não apreciam o que ela é  e isso é apenas compaixão e não pena. Se as pessoas do lado esquerdo querem ser dignas de pena e se vocês sentem pena delas, elas ficam ainda pior. Assim, dizer: ‘pobre pessoa, pobre homem’ ou ‘pobre idosa’ é algo errado."