Trecho da palestra ao Sahaja Yogis em Lonavala, Índia, em 25 de janeiro de 1982
"...a sutileza do amor é quando uma pessoa, sem qualquer motivo, sem qualquer propósito de ganho ou seja qual for o relacionamento, apenas emite amor. Quer você seja reconhecido ou não, apenas emitir amor é o modo sutil de amar. Esse amor cura as pessoas, esse amor conforta – este é o lado reconfortante, ele conforta."
Amor sutil:
O amor do qual falamos tem de ser sutil. Este se torna realmente mais sutil quando vocês podem regozijá-lo. Por exemplo: dar alguma coisa para alguém é um dos meios para avaliar isto. Quando vocês começam a gostar de doar – não tomar, somente doar – então devem saber que sentiram no nível material, vocês tocaram aquela margem de sutileza no nível material. No nível emocional, na Índia, todos amam seus filhos. O que quero dizer é que isto é um pouquinho exagerado, está indo muito longe. Quero dizer que os indianos podem até mesmo vender seu país em nome de seus filhos. Está indo muito longe… Por outro lado está o ocidente, onde eles não acreditam em todo esse amor sem sentido.
Entre esses extremos, a sutileza do amor é aquele amor em que uma pessoa, sem qualquer motivo, sem qualquer propósito de ganho ou qualquer relacionamento, apenas emite amor. Quer você seja reconhecido ou não, apenas emitir amor é o modo sutil de amar. Esse amor cura as pessoas, esse amor conforta – este é o lado reconfortante, ele conforta. Para começar nós devemos cuidar do conforto dos outros. A autocomplacência é contra esse amor. As pessoas gostariam de fazer a Minha cama. Tudo bem, elas Me amam, Eu sei. Mas isto deve permear para os outros. Elas Me amam e em segundo lugar amam a si mesmas. Isso não é bom.
Entre Mim e elas existe uma grande lacuna. Toda ela é preenchida por outros. Quem são os outros? São os Sahaja Yogis. Nós nunca faríamos a cama de outro Sahaja Yogi por amor, dificilmente – isto é demais. Mas achar as falhas nos outros Sahaja Yogis, “Você acordou muito cedo, abriu a torneira e fez barulho e não pude dormir.” É uma reclamação muito comum. “Eles bateram a porta logo cedo pela manhã, fizeram barulho.”
O amor do qual falamos tem de ser sutil. Este se torna realmente mais sutil quando vocês podem regozijá-lo. Por exemplo: dar alguma coisa para alguém é um dos meios para avaliar isto. Quando vocês começam a gostar de doar – não tomar, somente doar – então devem saber que sentiram no nível material, vocês tocaram aquela margem de sutileza no nível material. No nível emocional, na Índia, todos amam seus filhos. O que quero dizer é que isto é um pouquinho exagerado, está indo muito longe. Quero dizer que os indianos podem até mesmo vender seu país em nome de seus filhos. Está indo muito longe… Por outro lado está o ocidente, onde eles não acreditam em todo esse amor sem sentido.
Entre esses extremos, a sutileza do amor é aquele amor em que uma pessoa, sem qualquer motivo, sem qualquer propósito de ganho ou qualquer relacionamento, apenas emite amor. Quer você seja reconhecido ou não, apenas emitir amor é o modo sutil de amar. Esse amor cura as pessoas, esse amor conforta – este é o lado reconfortante, ele conforta. Para começar nós devemos cuidar do conforto dos outros. A autocomplacência é contra esse amor. As pessoas gostariam de fazer a Minha cama. Tudo bem, elas Me amam, Eu sei. Mas isto deve permear para os outros. Elas Me amam e em segundo lugar amam a si mesmas. Isso não é bom.
Entre Mim e elas existe uma grande lacuna. Toda ela é preenchida por outros. Quem são os outros? São os Sahaja Yogis. Nós nunca faríamos a cama de outro Sahaja Yogi por amor, dificilmente – isto é demais. Mas achar as falhas nos outros Sahaja Yogis, “Você acordou muito cedo, abriu a torneira e fez barulho e não pude dormir.” É uma reclamação muito comum. “Eles bateram a porta logo cedo pela manhã, fizeram barulho.”


